quarta-feira, 30 de abril de 2008

Fábulas Inventadas

Competência: Registar o texto trabalhado, cuidando da sua apresentação gráfica, e integrá-lo em circuitos comunictivos.
Actividade: (4º ano) Escrever individualmente uma fábula e, após comentários dos colegas, reorganizar o texto escrito.

O GATO E O CÃO

Era uma vez um gato e um cão que viviam na mesma cozinha. O gato encontrou um bocado de queijo e disse ao cão:
- Fui eu que o encontrei primeiro!
O cão disse:
- Fui eu que o encontrei antes de ti.
O gato disse:
- Já encontrei uma ideia!
O cão disse:
- É para me dar o queijo todo para mim!?
- Não!... disse o gato.
- Então qual é? - perguntou o cão.
- Dou-te um bocado para ti e um bocado para mim.
- Está bem - disse o cão.
- Da próxima vez será para os dois - disse o gato.
- Aceito - disse o cão.
E eles fizeram sempre a mesma coisa.

Dinel– 4º ano


A VACA E A CADELA

Era uma vez uma quinta muito bonita que tinha flores, girassóis, lírios e rosas.
Um dia uma vaca disse para a cadela:
- Tu estás bem? Pareces um bocado estranha.
A cadela respondeu .
- Não, não estou estranha, porquê?
- Pareces doente, ou estás zangada.
E a cadela falou outra vez :
- Não estou doente nem zangada. E perguntou outra vez porquê.
Disse a vaca:
-Se não estás doente nem zangada, então o que tens?
E a cadela disse:
-É que eu vou para a cidade!...
Então a cadela despediu-se da vaca.
A vaca estava muito, muito triste porque elas eram tão amigas e agora iam separar-se.

Rita – 4º ano


O LEÃO E O GRILO

Era uma vez o leão que disse ao grilo:
- Eu sou o rei da selva.
- E eu sou o rei dos insectos – disse o grilo.
E o leão disse:
- Então vamos fazer uma guerra, concordas?
- Concordo – disse o grilo.
O grilo montou o seu exército e o leão também, todos eles arranjaram armas com explosivos e treinaram.
Chegou o dia da guerra e todos vieram.
- Ó grilo, acho que falta qualquer coisa – disse o leão.
- Também acho – dizia o grilo. -Ah! É o relógio!
Foi o leão buscar o relógio e pô-lo na árvore. Disse o leão:
- Às 15h30m a guerra começa – aconselhava o leão.
- Está bem. Ouviram o inimigo com pêlos!? – Dizia o grilo.
- Vais levar uma coça que até ficas a chorar! – Dizia o leão.
- Não faz mal, o meu irmão dá-te uma coça até ficas deficiente. – Dizia o grilo a sorrir.
Chegou a hora e todos lutaram. O leão e o grilo não morreram e lutaram, o leão acabou por se render por o grilo ser muito forte e vieram mais insectos, ele ficou com picadas, as abelhas picaram-no.
E o grilo transformou-se em rei mais poderoso do que o leão que agora era prisioneiro.
O grilo vivia num castelo bonito.

Xia – 4º ano


A FORMIGA E A JOANINHA

Era uma vez uma joaninha e uma formiga.
A formiga encontrou-se com a sua amiga joaninha.
- Olá amiga joaninha!
- Olá formiga!
- Queres um café quentinho?
- Quero!
- Como é que vai a tua vida?
- Bem!
- Gostei muito do café, mas tenho que me ir embora para o trabalho!
- Eu ainda fico um pouco a ver o jornal, depois vou para o trabalho também.

Cassandra – 4º ano


O FALCÃO TRABALHADOR, O TIGRE, O CÃO E O CAVALO

Era uma vez um falcão que trabalhava muito mais do que o tigre e o cão.
O cão só brincava aos saltos e não trabalhava para fazer a sua casa.
O falcão e o tigre trabalhavam para a sua casa ficar forte.
Num dia veio um furacão e o cão não tinha casa. O cão foi perguntar ao tigre se podia ficar na casa dele.
-Não, não podes porque não fizeste a tua casa - disse o tigre.
Depois o cão foi perguntar ao falcão e o falcão disse:
- Não, não podes porque só brincavas. Depois o cão disse:
-Eu ensino-te a correr rápido se me deres abrigo.
-Está bem, mas depois ensinas-me!
-Depois os três disseram ao mesmo tempo:
-Vamos construir uma casa muito forte.
-Depois veio um cavalo e disse.
-Também posso construir.
- O tigre disse:
-Está bem, podes.
-É só para nós os quatro.
-Então, vamos ao trabalho!

Gabriel – 4º ano


O PESO DA TARTARUGA

Era uma vez uma tartaruga que estava a falar com uma macaca e com o leão.
A macaca disse à tartaruga:
- Tartaruga, vais a correr?
- Não?
- Porquê?
- Porque eu tenho muito peso?
A tartaruga tinha peso de folhas.
O Leão disse à macaca:
-Macaca, por que é que não tens peso?
- Porque…porque eu não quero?
- E por que é que tu não queres?
A Macaca ficou calada um pouco de tempo, mas depois disse:
- Olha, é porque não há mais folhas.
Então o Leão ficou calado o tempo todo.

Diana – 4º ano


UM MACACO, UM CARANGUEJO E UM PANDA

Era uma vez um Macaco, um Panda e um Caranguejo que iam dar um passeio, mas o Panda estava muito doente e os amigos foram a casa dele.
A mãe do Panda disse-lhes:
- O Panda está doente.
- Mas ele não nos disse nada! - Disse o Macaco.
- Podemos ir vê-lo? - Perguntou o Caranguejo.
- Sim? - Disse a mãe do Panda.
Foram lá ao quarto dele, mas ele já estava a dormir.
- Não podemos falar com ele - disse o Caranguejo. Amanhã vimos vê-lo outra vez.
No dia seguinte o Panda já estava muito melhor. E os três foram dar um passeio, quando abriram a porta estava a chover e o Macaco pediu à mãe do Panda se podiam levar dois guarda-chuvas.
A mãe disse que sim. Foram dar um passeio até ao parque e o lanche foi um gelado.
- Quanto custam os gelados?
- São 15 euros.
Passados 50 minutos o Macaco disse:
- Querem jantar na minha casa?
- Sim!! - disseram os dois ao mesmo tempo.
Depois de jantarem foram brincar com legos.
No dia seguinte foram os três para a escola muito contentes.


Sofia – 4º ano


quarta-feira, 16 de abril de 2008

A cozinha

Competência: Produzir frases escritas por iniciativa própria.
Actividade: (1º ano) Descrever a gravura.
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A cozinha tem portas, um armário e tem umas gavetas. Na cozinha tem forno e em cima do forno tem uma panela.

Lara

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Como trabalhar a atenção/concentração?

Competência: Reter informações a partir de um enunciado oral; Transpor enunciados orais para outras formas de expressão.
Actividade: (1º e 4º anos) Registar, através do desenho, a informação contida num pequeno texto lido pela professora.
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Texto
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“A casa da Maria é muito bonita: é amarela, tem duas janelas e uma porta castanha. A chaminé é vermelha. Do lado direito tem um canteiro com lírios azuis, do lado esquerdo tem duas árvores grandes e altas. O Sol brilha no seu azul.”
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Cláudia - 1º ano
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Cassandra - 4º ano

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Páscoa

Competência: Produzir frases escritas por iniciativa própria.

Actividade: (1º ano) Escrever frases, partindo das palavras ocorridas sobre o tema e registadas de forma colectiva.


- Ele deu um presente à Madrinha.
- Eu comi ovos de Páscoa.
- O balde deitou água benta na cabeça do Pedro.
- O Nuno está de férias.
- O sino toca.
- O coelho come cenouras.
- A Madrinha do Nuno deu um folar ao Pedro.
- Eu comi chocolate.
- O Jesus faz compasso.
- A mãe foi à igreja.
- O Jesus está no Cristo.
- A cruz é bonita.
- O João come as amêndoas.

Queres ver trabalhos dos teus colegas? . Sim . Mais

segunda-feira, 3 de março de 2008

À descoberta de frases para palavras homófonas

Competência: Exercitar-se na superação de dificuldades detectadas - ortografia.
Actividade: (4º ano) Construir frases com palavras que têm o mesmo som, mas grafia e significado diferentes - palavras homófonas.


Sem /Cem

Fazeis o trabalho sem barulho. / Este é o número cem.



Sinto /Cinto

Eu sinto o coração a bater. / Eu tenho um cinto nas calças.



Houve /Ouve

Houve um terramoto na China. / O meu ouvido não ouve bem.

Vós /Voz

Vós fazeis muito barulho. / A tua voz está muito, muito rouca.

Ruído /Roído

O meu cão faz muito ruído. / Ele tem o osso quase roído.

Noz /Nós

Eu como uma noz. / Nós fizemos um conjunto.

Vez /Vês

Eu vou na minha vez. / Tu vês o meu irmão no jardim.

Peão /Pião

O peão tem um pião para brincar.

... e agora, és capaz de fazer os seguintes jogos? ...então tenta:
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1º jogo
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2º jogo

Nós já sabemos ler... e escrever...

Competência: Produzir textos escritos por iniciativa própria.
Actividade: (1º ano) Escrever fases e fazer a sua ilustração.
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O Pedro caiu da janela.

A mãe viu a Catarina, o Xia e o Nuno e ouviu o sino.

O pai é amigo do Gonçalo e amigo da mãe e a mãe é amiga do pai do Gonçalo.

O xaile é da mãe e o xaile é de cor azul.

A Mariana pôs as gatas na cama e elas são fofinhas e são muito bonitas.

O Quico tem um sino e comeu um queijo com o índio, mas o quadro caiu.

A mamã da Diana comeu uma maçã e a Ana comeu uma sopa e o pai foi à tia.

O Romano deu uma tulipa à Luciana e a Luciana ficou contente.

A Mariana comeu uma banana.

O Hugo deu a dália à mãe.


Agora que sabes ler... queres continuar? .......... Sim........Não

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

"O Fantasma"

Competência: Recontar um livro que leu, individualmente ou em grupo.
Actividade: (4º ano) Recontar o livro "O Fantasma" de Luísa Ducla Soares.
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Era uma vez um pequeno fantasma que vivia num castelo em ruínas. Ele estava farto de fazer sempre a mesma coisa.
Como estava farto da vida que levava, o fantasma, sonhava conhecer aterra dos Homens. Ele achava que era uma perda de tempo passar a noite a meter medo uma vez que não aparecia ninguém no castelo.
Num dia de Inverno, um grupo de soldados, acampou junto ao castelo. Os fantasmas ficaram entusiasmados porque nessa noite tiveram a quem assustar.
O Capitão como não acreditava em fantasmas, ficou muito furioso porque achou que os soldados se tinham vestido de fantasmas e tinha desrespeitado as suas ordens.
Nessa noite foram todos castigados.
Os fantasmas bem se esforçaram mas ninguém os ouvia.
Os fantasmas sentaram – se derrotados porque não conseguiram assustar os soldados. O pequeno fantasma concluiu que tinha de se modernizar e nesse mesmo dia partiu para a cidade.
Juntou-se a um grupo que festejava o Carnaval onde havia coelhos, fadas, princesas, bruxas, esqueletos, etc.
O fantasma conheceu da menina do capuchinho vermelho e passou a noite a dançar com ela.
Por volta da meia – noite despediram-se.
Como o fantasma disse à menina que vivia longe ela pediu aos pais para o deixarem ficar em sua casa. Os pais concordaram.
Quando a senhora, a mãe da menina se levantou, pôs a roupa a lavar. Ao ver um lençol caído no chão apanhou-o e juntou-o aos outros que ia pôr a lavar. Ao ver isto o fantasma começou aos gritos. A menina apercebeu-se que era o fantasma que gritava dentro da máquina e rapidamente abriu a porta.
Como ninguém acreditava em fantasmas, fecharam-no no armário e reuniram os maiores sábios do país para tentarem esclarecer aquele fenómeno.
O fantasma disse que tinha 10 anos.
O médico especialista em doenças raras levantou-lhe o lençol para o observar, só que o fantasma não tinha nada para ver.
Outro médico apalpou-o, mas só sentia o lençol, picou-o mas não botava sangue.
O fantasma foi para uma escola de Humanos. A directora que tinha medo do fantasma começou a correr pelo pátio, atropelou 27 alunos, subiu para as árvores mais altas e só parou no ninho de cegonhas. Os miúdos começaram a gozá-lo.
O fantasma tinha que se inscrever na escola, então, ele e a menina furam ao arquivo de identificação para tirar o bilhete de identidade. O fantasma preencheu as folhas e esperou que o chamassem.
O fantasma ainda tentou tirar o bilhete de identidade mas o senhor recusou-se alegando que ele não era gente.
Como não podia ir à escola sem bilhete de identidade foi trabalhar para o cinema como fantasma. Mal terminou o filme sua carreira terminou também.
Não foi fácil ser fantasma entre os humanos. Apenas Isabel gostava dele como um verdadeiro amigo.
Todas as noites, por volta das doze badaladas o fantasma visitava Isabel na janela do seu quarto. Numa dessas noites, o fantasma confessou ter saudades da família e do castelo. Depois de conversarem bastante, o fantasma resolveu regressar a casa.
Foi a um centro comercial e gastou todo o dinheiro que tinha ganho em presentes para ele e para a família.
O fantasma regressou ao castelo assombrado, transportando todos os presentes em dois burros. Sabendo que os fantasmas iriam assustar os burros quando os vissem ao longe, resolveu tapar as orelhas dos burros com algodão. Ao avô ofereceu uma televisão a pilhas, para a avó trouxe a lã e duas agulhas de tricot, para a irmã trouxe lençóis novos e modernos, e uma máquina para a mãe os poder lavar. Ao pai ofereceu um livro para ajudar a restaurar o castelo, e para si próprio, para além duma corda de saltar comprou também um telefone portátil.
Resolveram arranjar o castelo, enquanto o avô via a televisão e a avó fazia tricot. Os quatro, pai, mãe e os dois filhos, num instante transformaram aquele castelo em ruínas num autêntico palácio. Viviam muito bem e confortáveis nas não eram felizes porque não tinham ninguém para assustar.
Certa noite o fantasminha, o Prega-Sustos, teve uma ideia brilhante: colocar um anúncio no jornal, anunciando espectáculos assustadores e assombrosos que decorriam entre a meia-noite e as seis da manhã. Os mais destemidos apareceram e os fantasmas nunca mais tiveram descanso.
Finalmente, resolveram fazer um mês de férias para descansarem e para ele, o pequeno fantasma, poder visitar a sua amiga Isabel.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Visita de Estudo a Lisboa

Competência: Registar o texto trabalhado, cuidando da sua apresentação gráfica, e integrá-lo em circuitos comunicativos.
Actividade: (4º ano) Dar notícias da visita de estudo a Lisboa.

No dia 9 de Outubro, acordámos cedo para irmos a uma visita de estudo a Lisboa. Partimos às 6 horas e 50 minutos porque a camioneta estava atrasada.
A primeira paragem foi na área de serviço da Mealhada para tomar o pequeno-almoço.
Continuámos a viagem e entrámos em Lisboa às 11 horas e 35 minutos. Vimos a ponte Vasco da Gama, que passa por cima do Estuário do Tejo, e depois vimos a ponte 25 de Abril que antigamente se chamava António Oliveira Salazar. Seguimos para o Mosteiro dos Jerónimos onde visitámos os túmulos de Vasco da Gama e Luís Camões. Saímos e tirámos fotografias.
Depois fomos para o Jardim Zoológico, onde almoçámos.
No fim do almoço começámos a visitar os animais do Zoo: girafas, camelos, dromedários, elefantes, aligátores, e muitos mais. Seguimos para a Baía dos Golfinhos onde assistimos ao espectáculo das focas e dos golfinhos. Este espectáculo foi muito interessante.
Terminado o espectáculo, fomos dar uma volta de comboio ao Zoo e lanchámos, depois fomos ver mais alguns animais. Por fim, chegou a hora de ir embora porque a camioneta ia partir às 17:30h.
No regresso parámos numa área de serviço para jantar e chegámos à escola às 10:45 horas.
Adorámos a visita de estudo a Lisboa.

Grupo de trabalho: Alunos do 4º ano