Actividade: (4º Ano) Seleccionar uma poesia da sua preferência.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A Viagem - trabalho de Gabriel Torres
Actividade: (4º Ano) Seleccionar uma poesia da sua preferência.
terça-feira, 17 de junho de 2008
A Lenda da Europa
Actividade: Após a leitura da lenda da Europa,
- 1º Ano: Colocar, individualmente, as frases por ordem de acontecimentos e ilustarr a lenda;
- 4º Ano: Registar a lenda em banda desenhada.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Os Rios - adivinhas
Actividade: (4º Ano) Registar, em adivinhas, os principais rios de Portugal.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Simulacro na Nossa Escola
Actividade: (4º ano) Após os acontecimentos de um simulacro de incêndio na nossa escola, fazer, individualmente, a sua ilustração.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Rimar com Números
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Protecção da Natureza
Actividade: (4º ano) Comunicar, através de banda desenhada, alguns cuidados a ter na protecção da Natureza.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Fonema V
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Fábulas Inventadas
Actividade: (4º ano) Escrever individualmente uma fábula e, após comentários dos colegas, reorganizar o texto escrito.
Era uma vez um gato e um cão que viviam na mesma cozinha. O gato encontrou um bocado de queijo e disse ao cão:

- Fui eu que o encontrei primeiro!
O cão disse:
- Fui eu que o encontrei antes de ti.
O gato disse:
- Já encontrei uma ideia!
O cão disse:
- É para me dar o queijo todo para mim!?
- Não!... disse o gato.
- Então qual é? - perguntou o cão.
- Dou-te um bocado para ti e um bocado para mim.
- Está bem - disse o cão.
- Da próxima vez será para os dois - disse o gato.
- Aceito - disse o cão.
E eles fizeram sempre a mesma coisa.
Dinel– 4º ano
A VACA E A CADELA
Era uma vez uma quinta muito bonita que tinha flores, girassóis, lírios e rosas.
Um dia uma vaca disse para a cadela:

- Tu estás bem? Pareces um bocado estranha.
A cadela respondeu .
- Não, não estou estranha, porquê?
- Pareces doente, ou estás zangada.
E a cadela falou outra vez :
- Não estou doente nem zangada. E perguntou outra vez porquê.
Disse a vaca:
-Se não estás doente nem zangada, então o que tens?
E a cadela disse:
-É que eu vou para a cidade!...
Então a cadela despediu-se da vaca.
A vaca estava muito, muito triste porque elas eram tão amigas e agora iam separar-se.
Rita – 4º ano
O LEÃO E O GRILO
Era uma vez o leão que disse ao grilo:
- Eu sou o rei da selva.
- E eu sou o rei dos insectos – disse o grilo.
E o leão disse:
- Então vamos fazer uma guerra, concordas?
- Concordo – disse o grilo.
O grilo montou o seu exército e o leão também, todos eles arranjaram armas com explosivos e treinaram.
Chegou o dia da guerra e todos vieram.

- Ó grilo, acho que falta qualquer coisa – disse o leão.
- Também acho – dizia o grilo. -Ah! É o relógio!
Foi o leão buscar o relógio e pô-lo na árvore. Disse o leão:
- Às 15h30m a guerra começa – aconselhava o leão.
- Está bem. Ouviram o inimigo com pêlos!? – Dizia o grilo.
- Vais levar uma coça que até ficas a chorar! – Dizia o leão.
- Não faz mal, o meu irmão dá-te uma coça até ficas deficiente. – Dizia o grilo a sorrir.
Chegou a hora e todos lutaram. O leão e o grilo não morreram e lutaram, o leão acabou por se render por o grilo ser muito forte e vieram mais insectos, ele ficou com picadas, as abelhas picaram-no.
E o grilo transformou-se em rei mais poderoso do que o leão que agora era prisioneiro.
O grilo vivia num castelo bonito.
Xia – 4º ano
A FORMIGA E A JOANINHA
Era uma vez uma joaninha e uma formiga.

A formiga encontrou-se com a sua amiga joaninha.
- Olá amiga joaninha!
- Olá formiga!
- Queres um café quentinho?
- Quero!
- Como é que vai a tua vida?
- Bem!
- Gostei muito do café, mas tenho que me ir embora para o trabalho!
- Eu ainda fico um pouco a ver o jornal, depois vou para o trabalho também.
Cassandra – 4º ano
O FALCÃO TRABALHADOR, O TIGRE, O CÃO E O CAVALO
Era uma vez um falcão que trabalhava muito mais do que o tigre e o cão.
O cão só brincava aos saltos e não trabalhava para fazer a sua casa.
O falcão e o tigre trabalhavam para a sua casa ficar forte.
Num dia veio um furacão e o cão não tinha casa. O cão foi perguntar ao tigre se podia ficar na casa dele.
-Não, não podes porque não fizeste a tua casa - disse o tigre.
Depois o cão foi perguntar ao falcão e o falcão disse:
- Não, não podes porque só brincavas. Depois o cão disse:
-Eu ensino-te a correr rápido se me deres abrigo.
-Está bem, mas depois ensinas-me!
-Depois os três disseram ao mesmo tempo:
-Vamos construir uma casa muito forte.
-Depois veio um cavalo e disse.
-Também posso construir.
- O tigre disse:
-Está bem, podes.
-É só para nós os quatro.
-Então, vamos ao trabalho!
Gabriel – 4º ano
O PESO DA TARTARUGA
Era uma vez uma tartaruga que estava a falar com uma macaca e com o leão.
A macaca disse à tartaruga:
- Tartaruga, vais a correr?

- Não?
- Porquê?
- Porque eu tenho muito peso?
A tartaruga tinha peso de folhas.
O Leão disse à macaca:
-Macaca, por que é que não tens peso?
- Porque…porque eu não quero?
- E por que é que tu não queres?
A Macaca ficou calada um pouco de tempo, mas depois disse:
- Olha, é porque não há mais folhas.
Então o Leão ficou calado o tempo todo.
Diana – 4º ano
UM MACACO, UM CARANGUEJO E UM PANDA
Era uma vez um Macaco, um Panda e um Caranguejo que iam dar um passeio, mas o Panda estava muito doente e os amigos foram a casa dele.
A mãe do Panda disse-lhes:
- O Panda está doente.

- Mas ele não nos disse nada! - Disse o Macaco.
- Podemos ir vê-lo? - Perguntou o Caranguejo.
- Sim? - Disse a mãe do Panda.
Foram lá ao quarto dele, mas ele já estava a dormir.
- Não podemos falar com ele - disse o Caranguejo. Amanhã vimos vê-lo outra vez.
No dia seguinte o Panda já estava muito melhor. E os três foram dar um passeio, quando abriram a porta estava a chover e o Macaco pediu à mãe do Panda se podiam levar dois guarda-chuvas.
A mãe disse que sim. Foram dar um passeio até ao parque e o lanche foi um gelado.
- Quanto custam os gelados?
- São 15 euros.
Passados 50 minutos o Macaco disse:
- Querem jantar na minha casa?
- Sim!! - disseram os dois ao mesmo tempo.
Depois de jantarem foram brincar com legos.
No dia seguinte foram os três para a escola muito contentes.
Sofia – 4º ano
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A cozinha
Actividade: (1º ano) Descrever a gravura.
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A cozinha tem portas, um armário e tem umas gavetas. Na cozinha tem forno e em cima do forno tem uma panela.Lara
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Como trabalhar a atenção/concentração?
Cláudia - 1º ano
Cassandra - 4º anosegunda-feira, 7 de abril de 2008
Páscoa
Competência: Produzir frases escritas por iniciativa própria.
Actividade: (1º ano) Escrever frases, partindo das palavras ocorridas sobre o tema e registadas de forma colectiva.

- Ele deu um presente à Madrinha.
- Eu comi ovos de Páscoa.
- O balde deitou água benta na cabeça do Pedro.
- O Nuno está de férias.
- O sino toca.
- O coelho come cenouras.
- A Madrinha do Nuno deu um folar ao Pedro.
- Eu comi chocolate.
- O Jesus faz compasso.
- A mãe foi à igreja.
- O Jesus está no Cristo.
- A cruz é bonita.
- O João come as amêndoas.
segunda-feira, 3 de março de 2008
À descoberta de frases para palavras homófonas
Actividade: (4º ano) Construir frases com palavras que têm o mesmo som, mas grafia e significado diferentes - palavras homófonas.
Fazeis o trabalho sem barulho. / Este é o número cem.
Eu sinto o coração a bater. / Eu tenho um cinto nas calças.
Houve um terramoto na China. / O meu ouvido não ouve bem.
Vós /Voz
Vós fazeis muito barulho. / A tua voz está muito, muito rouca.
Ruído /Roído
O meu cão faz muito ruído. / Ele tem o osso quase roído.
Noz /Nós
Eu como uma noz. / Nós fizemos um conjunto.
Vez /Vês
Eu vou na minha vez. / Tu vês o meu irmão no jardim.
Peão /Pião
O peão tem um pião para brincar.
... e agora, és capaz de fazer os seguintes jogos? ...então tenta:
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1º jogo
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2º jogo
Nós já sabemos ler... e escrever...
Actividade: (1º ano) Escrever fases e fazer a sua ilustração.
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O Pedro caiu da janela.
A mãe viu a Catarina, o Xia e o Nuno e ouviu o sino.
O pai é amigo do Gonçalo e amigo da mãe e a mãe é amiga do pai do Gonçalo.
O xaile é da mãe e o xaile é de cor azul.
A Mariana pôs as gatas na cama e elas são fofinhas e são muito bonitas.
O Quico tem um sino e comeu um queijo com o índio, mas o quadro caiu.
A mamã da Diana comeu uma maçã e a Ana comeu uma sopa e o pai foi à tia.
O Romano deu uma tulipa à Luciana e a Luciana ficou contente.
A Mariana comeu uma banana.
O Hugo deu a dália à mãe.
Agora que sabes ler... queres continuar? .......... Sim........Não
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
"O Fantasma"
Como estava farto da vida que levava, o fantasma, sonhava conhecer aterra dos Homens. Ele achava que era uma perda de tempo passar a noite a meter medo uma vez que não aparecia ninguém no castelo.

Num dia de Inverno, um grupo de soldados, acampou junto ao castelo. Os fantasmas ficaram entusiasmados porque nessa noite tiveram a quem assustar.
O Capitão como não acreditava em fantasmas, ficou muito furioso porque achou que os soldados se tinham vestido de fantasmas e tinha desrespeitado as suas ordens.
Nessa noite foram todos castigados.
Os fantasmas bem se esforçaram mas ninguém os ouvia.
Os fantasmas sentaram – se derrotados porque não conseguiram assustar os soldados. O pequeno fantasma concluiu que tinha de se modernizar e nesse mesmo dia partiu para a cidade.
Juntou-se a um grupo que festejava o Carnaval onde havia coelhos, fadas, princesas, bruxas, esqueletos, etc.
O fantasma conheceu da menina do capuchinho vermelho e passou a noite a dançar com ela.
Por volta da meia – noite despediram-se.
Como o fantasma disse à menina que vivia longe ela pediu aos pais para o deixarem ficar em sua casa. Os pais concordaram.
Quando a senhora, a mãe da menina se levantou, pôs a roupa a lavar. Ao ver um lençol caído no chão apanhou-o e juntou-o aos outros que ia pôr a lavar. Ao ver isto o fantasma começou aos gritos. A menina apercebeu-se que era o fantasma que gritava dentro da máquina e rapidamente abriu a porta.
Como ninguém acreditava em fantasmas, fecharam-no no armário e reuniram os maiores sábios do país para tentarem esclarecer aquele fenómeno.

O fantasma disse que tinha 10 anos.
O médico especialista em doenças raras levantou-lhe o lençol para o observar, só que o fantasma não tinha nada para ver.
Outro médico apalpou-o, mas só sentia o lençol, picou-o mas não botava sangue.
O fantasma foi para uma escola de Humanos. A directora que tinha medo do fantasma começou a correr pelo pátio, atropelou 27 alunos, subiu para as árvores mais altas e só parou no ninho de cegonhas. Os miúdos começaram a gozá-lo.
O fantasma tinha que se inscrever na escola, então, ele e a menina furam ao arquivo de identificação para tirar o bilhete de identidade. O fantasma preencheu as folhas e esperou que o chamassem.
O fantasma ainda tentou tirar o bilhete de identidade mas o senhor recusou-se alegando que ele não era gente.
Como não podia ir à escola sem bilhete de identidade foi trabalhar para o cinema como fantasma. Mal terminou o filme sua carreira terminou também.
Não foi fácil ser fantasma entre os humanos. Apenas Isabel gostava dele como um verdadeiro amigo.
Todas as noites, por volta das doze badaladas o fantasma visitava Isabel na janela do seu quarto. Numa dessas noites, o fantasma confessou ter saudades da família e do castelo. Depois de conversarem bastante, o fantasma resolveu regressar a casa.
Foi a um centro comercial e gastou todo o dinheiro que tinha ganho em presentes para ele e para a família.
O fantasma regressou ao castelo assombrado, transportando todos os presentes em dois burros. Sabendo que os fantasmas iriam assustar os burros quando os vissem ao longe, resolveu tapar as orelhas dos burros com algodão. Ao avô ofereceu uma televisão a pilhas, para a avó trouxe a lã e duas agulhas de tricot, para a irmã trouxe lençóis novos e modernos, e uma máquina para a mãe os poder lavar. Ao pai ofereceu um livro para ajudar a restaurar o castelo, e para si próprio, para além duma corda de saltar comprou também um telefone portátil.
Resolveram arranjar o castelo, enquanto o avô via a televisão e a avó fazia tricot. Os quatro, pai, mãe e os dois filhos, num instante transformaram aquele castelo em ruínas num autêntico palácio. Viviam muito bem e confortáveis nas não eram felizes porque não tinham ninguém para assustar.
Certa noite o fantasminha, o Prega-Sustos, teve uma ideia brilhante: colocar um anúncio no jornal, anunciando espectáculos assustadores e assombrosos que decorriam entre a meia-noite e as seis da manhã. Os mais destemidos apareceram e os fantasmas nunca mais tiveram descanso.
Finalmente, resolveram fazer um mês de férias para descansarem e para ele, o pequeno fantasma, poder visitar a sua amiga Isabel.